sábado, 7 de janeiro de 2012

Reflexões da madrugada





São 1:44 da manhã e eu estou aqui na internet tentando aproveitar essas pseudo-férias: ouvindo música indie; conversando com gente legal e lendo blogs tradicionais, daquele tipo cheio de reflexões engraçadas e crises existenciais.
E me bate a vontade de escrever aqui. Não acredito que muita gente leia, mas se você for de alguma editora ou marca de esmaltes, saibam que eu aceito parcerias, e prometo ser bem sincera nas avaliações, as always.
É só que eu tenho um puta medo do futuro, mas uma baita esperança também. É como se eu sentisse que se eu seguir pelo caminho X, virar na esquina Y e entrar no posto Z eu vou conseguir alcançar os meus sonhos. Claro que o medo sempre se sobrepõe, mas a gente vai levando, tentando não enlouquecer. Escrever foi a maneira que eu encontrei. A voz maravilhosa da Florence cantando aqueles indies também (claro que eu não posso tirar na lista o Belle e os Beatles, né?).
Eu espero ter sempre perto de mim algumas pessoas especiais, além de encontrar outras igualmente amáveis; me tornar quem eu quero e viver numa cidade média com muitas casinhas históricas e muitos bares de música alternativa. E gente de cabeça aberta ou pelo menos respeitadora, por favor, porque me irritam profundamente os olhares de repúdio quando eu conto a minha teoria de que o mundo é bi.
Ultimamente tô feliz com minha musiquinha, os tais diários virtuais me mostrando que eu não sou a única maluca no mundo e a promessa iminente de me divertir com uma pessoa que gosto muito nessa próxima semana. Além de estar conversando com mais gente legal e saber que amanhã eu finalmente termino o terceiro volume de Percy Jackson (sim, é bom; mas não, não é essas cocadas todas).
Pode parecer ridículo para algumas pessoas, estranho para outras, mas é bom se focar no pequeno, e ter ânimo para procurar o grande. Porque assim eu não corro o risco de me decepcionar tão facilmente, e a alegria vai ser maior a cada conquista.


P.S: o que não significa que eu não queira meu flat em Paris, e me acabar nos cassinos de Las Vegas. Se alguma agência de viagens quiser me presentear, prometo ser bem sincera na avaliação ;D


Mudança: como pensar antes de falar


É difícil encontrar alguém que faça isso. Boa parte das pessoas é super impulsiva, e eu me incluo nessa categoria. Mas comigo não é só com as ações, é principalmente com as palavras. Assim como eu sei usá-las para o bem, quando fico nervosa consigo usá-las para o mal de uma forma surpreendente. E eu perco a cabeça muito fácil. Por motivos que não convêm expor aqui, ultimamente ando cada vez mais nervosa. E ignorante. Comigo elas SEMPRE andam juntas.
Não me orgulho de forma alguma dessa característica, meu maior defeito. E o que talvez impede que eu alcance uma meta que só quem é bem próximo a mim sabe. Motivada em parte pelo meu peso na consciência de hoje ter (mais uma vez) falado de forma horrível com o meu irmão, trago esse desafio publicamente. Mas por que se expor tanto? Porque, queridos, a vergonha é uma força propulsora muito eficiente. E, ou eu tomo vergonha na cara e penso um pouquinho antes de falar, ou eu vou perder muita coisa.
E como o desafio vai funcionar? Vou tentar postar diariamente (ou dia sim - dia não) relatando meu progresso: se fui ignorante sem motivo ou não, e outras questões que surgirem no caminho. Caso tenha falado alguma grosseria, vou perder alguma das coisas que eu tanto gosto. Não esperem castigos enoooormes, talvez eles pareçam até bem engraçados (e ridículos :P). Mas é que tenho certos hábitos, de pequenas coisas que me fazem bem, e se ficar sem eles por algum tempo, vou me forçar a tentar mudar. O compromisso público também faz parte dessa tentativa.

Pois bem, comecei hoje, 7 DE JANEIRO. Fui ignorante sem motivo, portanto castigo do dia 08/01:

* SEM INTERNET

Espero que eu aguente, kkkkkk. Também estou aceitando dicas, viu? ;DD

Beijos, e até a próxima ;**