sábado, 27 de agosto de 2011

Tempo - raiva - confusão


Tempo
Passam os meses, e quem antes te entendia agora é quase um estranho, cuja única função é te deixar triste com comentários e ironias desnecessárias.

Raiva
A vontade é de bater, encher a cara da pessoa de feridas, para que ela finalmente saiba como você se sentiu com o desprezo dela.

Confusão
"Será que a culpa não é minha?" ; "O que eu fiz?" ; "Qual o meu problema?" ; "Pode ser só uma fase..." ; "Por que diabos ela(e) é assim com fulana(o) e não é comigo?" ; "Por que não fala na cara?".

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Nenhuma certeza além de continuar



Esse é mais um exercício de coragem. Para tentar entender o que não pode ser entendido. Sem revisões, direto na caixa de texto, e nenhuma pretensão de soar bonito ou poético. Porque a beleza, só eu vejo; a poesia, foi o que eu vivi, e com um pouco de imaginação tudo pode ficar melhor. Isso não faz sentido para ninguém além de mim.

domingo, 14 de agosto de 2011

Aleatório II ou O disco tá enganchado


E dizem que pra fazer os outros se interessarem por nós, precisamos ignorar. Fingir que não estamos nem aí. Mesmo estando. Eu não consigo. Meus silêncios são verdadeiros, minhas histerias também. Se o preço que eu tenho de pagar por estar sempre perto das pessoas é o abandono a curto, médio ou longo prazo, pagarei. O mal do mundo é a falta de entrega, de verdade, de paixão. O resultado se vê aí. Não serei fria contigo com a desculpa manjada do “não dou moral”. Se estou agindo assim, ou verdadeiramente não gosto de você, ou estou passando por um momento difícil. Mas não me pressione a falar, porque aí serei verdadeiramente grossa. Mas minhas desculpas posteriores serão sinceras, assim como minha tentativa de controlar esse meu gênio ruim. Com você serei verdadeira da cabeça aos pés, mesmo que para mim eu não seja. Nem você. Nem o mundo inteiro.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Para não esquecer


“Quando uma coisa é para ser, não tem hora ou lugar”. Nessa fase totalmente confusa da minha vida, na qual eu ando me decepcionando, percebendo o que pode ser eterno e o que é superficial, é que mais acredito nesta frase. E olha que antes eu a odiava! Com minha cabeça-dura vivia repetindo que “não, é a gente que faz nosso destino”. O que não deixa de ser verdade, pois do contrário íamos ser um bando de marionetes. Alienados. Mas pouco-a-pouco tenho aprendido que não adianta dar murro em ponta de faca. Tentou uma vez, ótimo, pontos pra você no jogo da vida. Mas ficar se martirizando, lambendo o chão, perder a sua dignidade em troca de algo ou (principalmente) alguém, é a pior coisa a se fazer.

Quando é pra você gostar de alguém, não adianta criar listas cheias de preferências. Tendo o nível de cretinice que for, você vai pensar no infeliz. Também não adianta fazer plástica no nariz, pintar o cabelo, tentar ser menos efusivo ou mais extrovertido. Quem vale a pena vai gostar de você apesar disso. Por causa disso.

Outro grande erro, na minha modesta e imatura opinião, é cair na armadilha do “não vou correr atrás”. É questão de encontro, meu querido. Amor é uma via de mão dupla, ninguém corre, ninguém espera. É coisa de você estar bem consigo mesmo, e saber discernir. O problema é que a gente se deixa levar pelas receitas de felicidade que nos dão. E esquecemos de que, para cada moléstia, há uma cura diferente.


P.S: Está sem nexo, mas eu precisava botar tudo isso em palavras. Era a única maneira de tentar entender.