
E dizem que pra fazer os outros se interessarem por nós, precisamos ignorar. Fingir que não estamos nem aí. Mesmo estando. Eu não consigo. Meus silêncios são verdadeiros, minhas histerias também. Se o preço que eu tenho de pagar por estar sempre perto das pessoas é o abandono a curto, médio ou longo prazo, pagarei. O mal do mundo é a falta de entrega, de verdade, de paixão. O resultado se vê aí. Não serei fria contigo com a desculpa manjada do “não dou moral”. Se estou agindo assim, ou verdadeiramente não gosto de você, ou estou passando por um momento difícil. Mas não me pressione a falar, porque aí serei verdadeiramente grossa. Mas minhas desculpas posteriores serão sinceras, assim como minha tentativa de controlar esse meu gênio ruim. Com você serei verdadeira da cabeça aos pés, mesmo que para mim eu não seja. Nem você. Nem o mundo inteiro.
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