terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Sobre sonhos


                                                 Para Hugo, que me contou um dos sonhos mais lindos que eu já ouvi.





   Eu já disse que adoro conhecer as pessoas a fundo? Para mim, existem poucas coisas tão gratificantes do que manter uma relação profunda com alguém, daquela que você segura na mão e ouve as tristezas, os medos. Eu também já chorei junto e sei o quanto a dor é mais suportável quando compartilhada.Assim como meus olhos encheram de lágrimas só por ver alguém que eu gostava afundado no medo e na desesperança. Por gostar tanto de mergulhar nas pessoas, é que eu pergunto quais os maiores sonhos e as maiores tristezas de cada uma. Porém o primeiro é sempre muito melhor. Os sonhos de alguém são o que ele é, sem desejos ninguém existe. Uma vez a professora de filosofia me contou que segundo um pensador (Sartre, eu acho) nossa vida não tem sentido nenhum, e que precisamos criá-lo. Viver é absurdo, morrer é absurdo, e a única maneira de fazer qualquer coisa valer a pena é sonhando. Poderia entrar aqui no mérito de que só isso não basta, também precisamos agir, mas isso é assunto pra outro texto. Mas se você tem o sonho e a determinação, meu amigo, você está feito.

    Aprendi recentemente que quando queremos fazer coisas grandes, nem que seja na vida de alguém, precisamos enfrentar críticas, e saber filtrá-las, escolher o melhor de cada uma. Isso é maturidade, isso é autocrítica, e também é muita coragem. Pois só os audaciosos tem coragem de traçar um plano A, um B e um C para alcançar o que se quer, e se nenhum deles dá certo, cria ainda um D, mesmo dando uma volta maior. Também sabe a hora certa de abandonar alguma coisa, para construir um novo sonho, pois às vezes também fracassamos. Este é o medo da maioria: e se eu não conseguir tudo o que eu quero? Podemos adaptar. Nos contentar com um pouco menos, mas com a certeza de que pelo menos tentamos. O "E se?" é muito pior do que o "simplesmente não era para acontecer".

    Viver, viver, viajar, aprender o máximo possível, fazer a diferença nem que seja na vida de uma só criatura, tudo isso a gente pode conseguir. Com a força de vontade, pois quase nada cai no nosso colo; a força pra se reinventar; a resignação para aceitar alguns foras; a liberdade de ser quem se deseja; a ousadia pra enfrentar as críticas que virão disso; e a maturidade pra assumir as próprias merdas, aí, meu caro, é claro que podemos alcançar. Ainda existe muita coisa pela qual vale a pena lutar, pode ter certeza (e olha que eu não sou nenhum modelo de otimismo). Já que não existe nenhum sentido, vamos então criá-lo!

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

A menina dos Abraços Grátis e como eu quase me deixei levar por besteira



    O que eu vou contar pode parecer besteira para alguns, mas me marcou e fez o meu dia mais bonito. Voltando do banco chateada e com o calor insuportável dessa cidade nas minhas costas (Suíça Baiana aonde?), chego em uma das praças mais movimentadas do centro da cidade. Cheia de hippies que sempre me chamam quando eu nunca tenho dinheiro; um palquinho com alguém desconhecido cantando e uns poucos assistindo; vez ou outra alguma estátua humana e muita, muita gente atrás de um presente de Natal nas lojas dos chineses, eis que me deparo com mais ou menos uma dúzia de pessoas com cartazes escrito "Abraços Grátis".
     Tomei um susto, afinal estava no auge da minha distração. A partir deste momento, tudo passou como um flash,mas de forma muito intensa: entre tantas vozes, uma das meninas fala de forma quase cômica com os transeuntes: "Gente, me abraça, por favor!". E eu, que sempre achei esse movimento lindo, me vi dividida entre a vontade de ir lá e dar um abraço, e aquele medo idiota de "o que vão pensar de mim?". Foi quando eu pensei em uma fração de segundo: "ah, fodam-se", fui lá, do nada, e a abracei. E foi uma coisa incrível, pois há algum tempo eu não dava um abraço com tanto coração.
     Quando nos afastamos, seguido de um "Feliz Natal", ela comentou: "Você foi a primeira pessoa que veio e me abraçou espontaneamente!". Aquilo me encheu de uma alegria absurda, por um motivo que não sei nem explicar. Após agradecer, eu pedi para tirar uma foto e conversamos um pouquinho. Nos despedimos e continuei meu caminho (abracei outra pessoa um pouco mais tímida) com o humor renovado. Há bastante tempo não sentia uma alegria tão genuína, tão "feliz por nada", como diria o nome do livro de Martha Medeiros. E se eu tivesse dado ouvidos àquela vozinha maldita que me fazia ter medo do julgamento alheio, eu nunca estaria aqui contando isso, e tendo um dia tão bom (apesar do calor).

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Fim



   Quatro semanas. Eu tomei um susto quando ouvi isto, e não demorou para a melancolia se instaurar. Posso parecer dramática ou o que for, mas a tristeza pelo fim supera o cansaço. Na verdade o que eu realmente queria era novos lugares com as mesmas pessoas. Ou talvez nem isso: a antiga grama, o frio cortante do alto da cidade, mas com mais tempo para conhecer melhor as pessoas que em quatro anos eu apenas comecei a compreender. Porque gente é complexa e encantadora demais pra ser desvendada tão rápido.
    Vem o medo de ter deixado as coisas pela metade; de não ter aproveitado o suficiente; não ter dito algumas palavras necessárias. A própria expectativa no futuro, e as poucas chances de errar que você vai ter a partir de agora. O amanhã está na porta, cheio de despedidas. E a esperança de que esta nova fase comece com a presença e o apoio de quem esteve ao seu lado esse tempo todo, para que esse presente, quando se torne passado, seja lembrado com um sorriso no rosto e a sensação de missão cumprida.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Aquela coisa chata chamada obrigação

    Para quem deveria estar estudando Linguagem de Programação (porque vou criar uma nova rede social e ficar rica, bjs), eu estou perdendo meu precioso tempo, cada vez mais escasso. Mas é cansativa essa coisa de ter um horário regrado para cada atividade, principalmente quando isso quer dizer estudar alguma coisa que você não acha nem um pouco interessante. Enquanto escrevo estou pensando nas regras de uso da vírgula , e se esta postagem está de acordo com o modelo básico de dissertação. Em resumo: estou louca.
    E cansada. De estar sempre cansada (dã), de não ter mais tempo para meus livros e saídas, e de ter a insuportável obrigação de estudar trocentas matérias toda tarde. E se eu não consigo fazer isso, a culpa é enorme. Tudo isso para não perder um ano tentando entrar em um curso que eu não tenho nem certeza se é o que realmente quero.
    Se já está assim agora, imagino com o estágio, e ainda mais nos anos seguintes. Sinto uma necessidade de uma mudança brusca de vida, mas as circunstâncias não deixam, nem a minha irritante responsabilidade. Até o uso do Facebook eu diminuí, na esperança de aproveitar mais o dia, mas algum "bloqueio" me deixa fazendo a mesma coisa durante horas. Talvez eu me cobre demais, mas sinto que estou fazendo de menos, e isso só aumenta a ansiedade.

sábado, 14 de abril de 2012

Mais um aleatório

    "Não quero me importar". É o que você diz, e quando isso acontece, se sente vazio, e nada mais tem graça. Aí você volta a ligar, e se decepciona. Por que algo aparentemente simples, e necessário para alcançar todos os seus sonhos é tão difícil de alcançar (pelo menos na sua vida)?


                              ...


    Eu só espero que eu esteja no caminho certo.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Tudo o que eu não suporto em você

    É porque eu detesto toda essa sua auto-suficiência que te faz mudar sem explicar nada a ninguém, e me deixa com essa sensação de nunca ser nada além de um contato para você. É que eu não aguento essa sua barba que te dá uma cara de homem, pois eu conheci o menino, e essa mudança tão rápida me dá um frio e um medo inexplicáveis.
  Eu realmente odeio o jeito que você trata a elas e não a mim, pois eu conheci esse cuidado, que tão bruscamente você interrompeu. Os risinhos, papos cujo conteúdo eu desconheço e brincadeiras "estranhas" com outras trazem à tona o ciúmes que eu aprendi a esconder, e a minha única maneira de proteção é fingir que está tudo bem. Às vezes (quase sempre) eu até rio, mas não se engane, é tudo parte desse meu teatro de mulher-bem-resolvida. Porque eu ainda sou a menina que você conheceu. A gente (eu) não divide mais aqueles segredos e conselhos, pois eu senti você escapando, e eu não tinha mais nada a fazer além de não correr atrás. E não suporto isso. Quer saber porque eu continuo reclamando? É que eu (ainda) me importo com você.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Uma perspectiva sobre a falta de perspectivas


    Sempre mudei muito meus planos, mas suas essências eram sempre as mesmas. Porém agora, por fatos que não cabe contar aqui tão publicamente, estes objetivos estão desarranjados, ou pior, suas essências que me guiaram até aqui não existem mais. Confuso? Pois é exatamente assim que eu estou.
    Ando feliz. Também, quem é que fica triste com tanta tranquilidade e coisas boas acontecendo ao mesmo tempo? Mas o futuro bate aí na porta, e qualquer criatura que chegue perto de mim faz a inevitável e odiada pergunta (que eu também faço com frequência, admito): Vai prestar vestibular  pra qual curso? E haja explicação: “Quero jornalismo, mas ando meio desiludida com a área, além de não dar tanta garantia na vida. Aí talvez eu faça publicidade, apesar de ser um curso pra ensinar a gente a criar ilusões, mas ele pelo menos vai me permitir trabalhar escrevendo. Mas isso só se eu sair daqui, pois do contrário talvez eu faça psicologia, pelo menos uns dois semestres, pra ver se eu gosto. Se não gostar, largo, e que se dane, faço o que eu sempre quis, jornalismo”.
    Tá, encontrei a solução da minha vida. Mas e agora, sair daqui ou não? Sou muito nova; não tenho maturidade nenhuma; talvez meus pais não possam me manter lá; e eu, que já matei três peixes, será que consigo segurar a barra sozinha? Ok, a última parte foi brincadeira. Mas todas as outras perguntas estão rodeando a minha mente durante todo o tempo. A questão financeira, por incrível que pareça, é o que eu uso como desculpa para ficar aqui quando bate o medo. Covarde, eu sei. Mas não consigo controlar.
    Mas não é justo comigo e com o quanto me matei naquele colégio desistir assim tão fácil. Em um dos meus momentos filósofa-de-janela-do-ônibus percebi que uma das leis da vida é que somos simplesmente jogados naquela situação, para sofrer (ou não), e aprender a lição só depois que você já passou por aquilo, quando provavelmente ela não vai servir para muita coisa além de aumentar o seu vocabulário de conselheiro (e sabe-se lá se outra pessoa vai fazer uso dos seus ensinamentos). Mas talvez estar preparado para tudo te torne entediante e entediado com a vida. E ninguém merece viver assim.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Receita


    Esqueça, respire, deixe rolar. O que é seu assim será com um pouco de esforço, que é para ser valorizado, mas a dor de cabeça só vai te desviar do caminho. Como bem disse o poeta : "Cuide, cultive, queira bem, o resto vem.". Falhou? Escreva uma nota mental, e da próxima vez se lembre dela. Mas ainda assim tente reparar o dano.
    Só faça aos outros o que gostaria que fizessem com você. E, mais uma vez, respire, quantas vezes forem necessárias, sugue todo o ar do mundo, infle os pulmões. E um passo na frente do outro, mesmo com um nó no cérebro e um turbilhão na alma. Ser intenso não significa ser auto-destrutivo, ou viver de drama. São coisas simples, mas que quase sempre esquecemos.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Quase supera o original: You and I, por Elisabeth Gillies

    Poucas pessoas sabem que eu sou louca por covers. Já comecei a gostar de certas músicas por causa deles, pois muitas e muitas vezes eles são melhores que a versão original (Glee que o diga, rs :]). A dica de hoje é uma das melhores músicas de Gaga (na minha opinião ;P), cantada por uma atriz que ainda não fez sucesso, mas tem muito talento e potencial para crescer: Elisabeth Gillies. Ela faz parte da série Victorious / Brilhante Victória, da Nickelodeon, que por sinal eu recomendo muito, pois mesmo sendo um pouco "bestinha" (para gente chata que acha que tudo precisa ser sério), é muito, MUITO divertida.

    Lá vai. Enjoy :)


    Beijos! ;*

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Música, teatro, tv, literatura... Clarice Falcão!


Você já deve tê-la visto em A Favorita. E, se tem TV Paga, no Multishow, atuando em Vendemos Cadeiras. Ela é Clarice Falcão. Escritora, roteirista, atriz e cantora, a menina de Recife (mas que cresceu no Rio) possui grandes realizações, e é uma das artistas que deveriam ser mais divulgadas na mídia, por seu talento e versatilidade.

Conheço pouco do seu trabalho como atriz: só vi uns pedacinhos da novela e estou com uma preguiça monstro de assistir seu curta metragem, ganhador de um prêmio internacional. Portanto, vou me focar na parte musical da moça, que cá entre nós, é de uma fofura sem fim (principalmente para mim, que adoro esse povo diferente, versátil e alternativo *O*).

Suas músicas são super engraçadinhas, aquela coisa boba e feliz para se ouvir no ônibus às 5:00 da tarde olhando o pôr do sol na Lagoa das Bateias (é porque sempre que isso acontece comigo o busão tá por lá ;D). Gostei delas logo de cara, afinal são meio louquinhas e saltitantes xD. Vou colocar só o link, pois da última vez que tentei incorporar um vídeo o Blogger me trollou.

Vou lhes apresentar Macaé, que foi definida pela Revista TPM como "a canção mais stalker dos últimos tempos":


http://youtu.be/yKV2WdyyCQw


Temos também a linda Fred Astaire. Adorei seus títulos: simples, mas que dão bastante curiosidade. Estou muito apaixonada pela voz e pelas melodias de Clarice, que me lembram momentos maravilhosos da minha vida, e que pretendo fazer voltar. Vejam:

http://youtu.be/yKV2WdyyCQw
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E a menina (ela tem 22 com carinha de 16, me deixem! hahaha) fez um cover muito, mas MUITO amor de YMCA. Não é a coisa mais fofa e mordível essa versão de uma das músicas mais rebolantes ever?

http://youtu.be/yKV2WdyyCQw

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Uma Canção Sobre o Amor, ah o Amor...: Dispensa descrições.

http://youtu.be/8t0pLfb043M

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Monomania: uma das mais lindas. Ponto.

"Se juntar cada verso meu
E comparar
Vai dar pra ver
Tem mais você que nota dó"

http://youtu.be/-PizeM8tpyk

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Clarice tem muitas outras músicas lindas, mas essas são as minhas favoritas. Estou fascinada pelas letras e melodias, e tenho certeza que ela vai ficar no repeat por muitos dias. Aproveitem!


Cheiros e queijos ;**


sábado, 7 de janeiro de 2012

Reflexões da madrugada





São 1:44 da manhã e eu estou aqui na internet tentando aproveitar essas pseudo-férias: ouvindo música indie; conversando com gente legal e lendo blogs tradicionais, daquele tipo cheio de reflexões engraçadas e crises existenciais.
E me bate a vontade de escrever aqui. Não acredito que muita gente leia, mas se você for de alguma editora ou marca de esmaltes, saibam que eu aceito parcerias, e prometo ser bem sincera nas avaliações, as always.
É só que eu tenho um puta medo do futuro, mas uma baita esperança também. É como se eu sentisse que se eu seguir pelo caminho X, virar na esquina Y e entrar no posto Z eu vou conseguir alcançar os meus sonhos. Claro que o medo sempre se sobrepõe, mas a gente vai levando, tentando não enlouquecer. Escrever foi a maneira que eu encontrei. A voz maravilhosa da Florence cantando aqueles indies também (claro que eu não posso tirar na lista o Belle e os Beatles, né?).
Eu espero ter sempre perto de mim algumas pessoas especiais, além de encontrar outras igualmente amáveis; me tornar quem eu quero e viver numa cidade média com muitas casinhas históricas e muitos bares de música alternativa. E gente de cabeça aberta ou pelo menos respeitadora, por favor, porque me irritam profundamente os olhares de repúdio quando eu conto a minha teoria de que o mundo é bi.
Ultimamente tô feliz com minha musiquinha, os tais diários virtuais me mostrando que eu não sou a única maluca no mundo e a promessa iminente de me divertir com uma pessoa que gosto muito nessa próxima semana. Além de estar conversando com mais gente legal e saber que amanhã eu finalmente termino o terceiro volume de Percy Jackson (sim, é bom; mas não, não é essas cocadas todas).
Pode parecer ridículo para algumas pessoas, estranho para outras, mas é bom se focar no pequeno, e ter ânimo para procurar o grande. Porque assim eu não corro o risco de me decepcionar tão facilmente, e a alegria vai ser maior a cada conquista.


P.S: o que não significa que eu não queira meu flat em Paris, e me acabar nos cassinos de Las Vegas. Se alguma agência de viagens quiser me presentear, prometo ser bem sincera na avaliação ;D


Mudança: como pensar antes de falar


É difícil encontrar alguém que faça isso. Boa parte das pessoas é super impulsiva, e eu me incluo nessa categoria. Mas comigo não é só com as ações, é principalmente com as palavras. Assim como eu sei usá-las para o bem, quando fico nervosa consigo usá-las para o mal de uma forma surpreendente. E eu perco a cabeça muito fácil. Por motivos que não convêm expor aqui, ultimamente ando cada vez mais nervosa. E ignorante. Comigo elas SEMPRE andam juntas.
Não me orgulho de forma alguma dessa característica, meu maior defeito. E o que talvez impede que eu alcance uma meta que só quem é bem próximo a mim sabe. Motivada em parte pelo meu peso na consciência de hoje ter (mais uma vez) falado de forma horrível com o meu irmão, trago esse desafio publicamente. Mas por que se expor tanto? Porque, queridos, a vergonha é uma força propulsora muito eficiente. E, ou eu tomo vergonha na cara e penso um pouquinho antes de falar, ou eu vou perder muita coisa.
E como o desafio vai funcionar? Vou tentar postar diariamente (ou dia sim - dia não) relatando meu progresso: se fui ignorante sem motivo ou não, e outras questões que surgirem no caminho. Caso tenha falado alguma grosseria, vou perder alguma das coisas que eu tanto gosto. Não esperem castigos enoooormes, talvez eles pareçam até bem engraçados (e ridículos :P). Mas é que tenho certos hábitos, de pequenas coisas que me fazem bem, e se ficar sem eles por algum tempo, vou me forçar a tentar mudar. O compromisso público também faz parte dessa tentativa.

Pois bem, comecei hoje, 7 DE JANEIRO. Fui ignorante sem motivo, portanto castigo do dia 08/01:

* SEM INTERNET

Espero que eu aguente, kkkkkk. Também estou aceitando dicas, viu? ;DD

Beijos, e até a próxima ;**