É porque eu detesto toda essa sua auto-suficiência que te faz mudar sem explicar nada a ninguém, e me deixa com essa sensação de nunca ser nada além de um contato para você. É que eu não aguento essa sua barba que te dá uma cara de homem, pois eu conheci o menino, e essa mudança tão rápida me dá um frio e um medo inexplicáveis.
Eu realmente odeio o jeito que você trata a elas e não a mim, pois eu conheci esse cuidado, que tão bruscamente você interrompeu. Os risinhos, papos cujo conteúdo eu desconheço e brincadeiras "estranhas" com outras trazem à tona o ciúmes que eu aprendi a esconder, e a minha única maneira de proteção é fingir que está tudo bem. Às vezes (quase sempre) eu até rio, mas não se engane, é tudo parte desse meu teatro de mulher-bem-resolvida. Porque eu ainda sou a menina que você conheceu. A gente (eu) não divide mais aqueles segredos e conselhos, pois eu senti você escapando, e eu não tinha mais nada a fazer além de não correr atrás. E não suporto isso. Quer saber porque eu continuo reclamando? É que eu (ainda) me importo com você.
Adorei o teu texto Lú, super me identifiquei com ele e sei que outras (garotas) pessoas também irão se identificar. Beijos de sua amiga e leitora (sempre que pode) assídua!
ResponderExcluirAcho que tem um pouco de cada uma nesse texto! Toda mulher já se viu nessa situação. Adorei :)
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