Não poderia ser em um dia mais significativo. Hoje é Dia Internacional Contra a Homofobia. "Aaaah, esse povo só fala de preconceito, que saco!", você talvez esteja pensando. Mas isto não é apenas sobre preconceito. É sobre se colocar no lugar do outro, e perceber que estar na pele dele/dela pode ser muito difícil, correndo o risco de, a qualquer momento, ser execrado por alguém que ama ou apanhar na rua.
Nunca me esqueço do dia em que alguém muito próximo me disse que preferia ter nascido diferente. E confessou, inclusive, que em determinada ocasião pensou em tirar a própria vida. Aquilo doeu em mim, saber que alguém que você gosta tanto e torce pela felicidade passa por tanto sofrimento, simplesmente por ser quem é.
O vídeo (acho que posso chamar de curta) convida justamente à isso: exercitar a empatia. Ninguém precisa concordar, mas RESPEITAR é absolutamente necessário. Ouvir o outro, saber o que ele sente, mesmo que não concorde. Ter a consciência de que você nunca sabe o que se passa dentro de outra pessoa e, justamente por isso, não tem o direito de julgá-la, tolher a sua liberdade. Uma das coisas que eu considero mais lindas são pessoas que, independentemente da religião/religiosidade, respeitam o outro, mesmo em coisas com as quais não concordam, pois sabem que aquilo diz respeito apenas à vida daquela pessoa.
Eu tenho vontade de mostrar esse vídeo pra todos os amigos que sofrem por esconder quem são, mas creio que todo mundo, de todas as orientações e religiões, deve assisti-lo. Foi esse exercício de pensar "Se fosse comigo, como eu me sentiria?" que me ajudou, e ainda tem me ajudado a desconstruir meus preconceitos e me faz, dia a dia, entender que, se o que o outro faz não prejudica a ninguém, aquilo diz respeito apenas a ele(a). São 18 minutos muito bem aproveitados. Eu chorei o vídeo inteiro, só pra constar. :)
Obs: o título do post foi tirado de uma das falas do vídeo que mais me marcou.
Eu tenho vontade de mostrar esse vídeo pra todos os amigos que sofrem por esconder quem são, mas creio que todo mundo, de todas as orientações e religiões, deve assisti-lo. Foi esse exercício de pensar "Se fosse comigo, como eu me sentiria?" que me ajudou, e ainda tem me ajudado a desconstruir meus preconceitos e me faz, dia a dia, entender que, se o que o outro faz não prejudica a ninguém, aquilo diz respeito apenas a ele(a). São 18 minutos muito bem aproveitados. Eu chorei o vídeo inteiro, só pra constar. :)
Obs: o título do post foi tirado de uma das falas do vídeo que mais me marcou.
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